Neuro-Bio_UX: AKMX apresenta novo conceito em arquitetura corporativa

Ambientes podem ser personalizados segundo perfil da empresa e respectivos colaboradores; contato com a natureza também ganha destaque

 

 

 

Um estudo apresentado pela ONU (Organização das Nações Unidas), no ano passado, apontou que, atualmente, 55% da população mundial vive em áreas urbanas. Tal cenário deve ganhar força nos próximos 30 anos. A expectativa da entidade é a de que este número bata os 75% em 2050. A Escola de Saúde Pública de Harvard, nos Estados Unidos, vai além: as pessoas, de forma geral, passam, hoje em dia, aproximadamente, em média, 90% de seu tempo diário indoor. Até poderiam estar em restaurantes, shoppings, cinemas, porém, tal dado condiz, quase em sua totalidade, com casa e trabalho. Segundo a instituição, um fator preocupante: pessoas que não têm contato com o que é natural têm mais propensão genética a ter problemas de saúde. De acordo com o estudo, 99% dos 100 mil anos do homo sapiens foram vividos na natureza e, portanto, a urbanização ainda é algo recente para as reações cerebrais.

E fazer a união da natureza com ambientes capazes de provocar reações cerebrais positivas é o objetivo central do novo conceito em arquitetura criado pela AKMX Arquitetura Corporativa: o neuro-bio_ux. “Conhecer a rotina de um escritório, ouvir os funcionários, cuidar do bem estar e valorizar a cultura de uma corporação são alguns dos ingredientes que usamos”, adianta Denise Moraes, diretora de projetos e sócia da AKMX.

O conceito não nasceu apenas da expertise e da bagagem da empresa, é resultado, também, da junção de duas concepções preexistentes no mercado: neuroarquitetura e biofilia. A primeira serve para projetos, obras e construções e consiste na observação e compreensão dos impactos arquitetônicos sobre cérebro e comportamentos humanos. A segunda propõe trazer a natureza para dentro dos ambientes. O resultado: uma grande mudança na experiência corporativa.

“Como um ambiente físico pode impactar o nosso cérebro? É importante pensar espaços corporativos mais humanizados, afinal, o ambiente de trabalho influencia diretamente na motivação e no comportamento do funcionário. Por isso, baseamos o trabalho na coleta de informações com colaboradores. Informações como faixa etária, problemas de saúde, uso das salas de reunião – para quais finalidades, tempo de duração e número de pessoas – quantidade de pessoas que almoçam na empresa, as restrições alimentares de cada uma, possíveis problemas de saúde crônicos de cada um, rotina e fluxo de trabalho. Fazemos uma série de perguntas para saber a cultura da empresa e, assim, conseguimos quantificar salas e qualificar os ambientes. Transformamos isso em algo visualmente agradável, o que somado à convivência de equipe, traz muitos benefícios”, adiciona Denise.

Um dos trabalhos atuais da AKMX que leva esse conceito é o escritório da Ourofino Agrociência, em Ribeirão Preto. “Nossa empresa cresceu muito e decidimos que a gestão estava ficando impraticável no nosso espaço. Contratamos a AKMX para repensar o escritório, contemplando a união das equipes e facilitando o entrosamento. A Ourofino sempre zelou pela inovação de seus produtos. Por que, então, não modernizar nosso ambiente de trabalho? Estamos absolutamente satisfeitos com o resultado e com a agilidade da obra, realizada em apenas 90 dias. Entendemos que essa adequação vai impulsionar ainda mais o futuro da empresa”, conta o vice-presidente Marcelo Abdo. “A AKMX cuidou de cada detalhe de forma muito eficaz. De fato, é uma empresa que faz a diferença”, completa.

O sucesso, segundo Denise, se deve, primordialmente, à pesquisa com os funcionários. “Muitas vezes o cliente não sabe das suas reais necessidades. Então, avaliamos um conjunto de informações para ter um projeto que contemple suas prioridades. Investir em espaços de conversa, por exemplo, é uma prática que temos para substituir as salas de reunião. Repensar o local pode aproximar os funcionários, melhorar a qualidade de vida e trazer ainda mais resultados”.

Segundo a especialista, as atividades rotineiras de um escritório, mesmo que comuns, exigem processos diferentes, tais como: graus de concentração, trabalhos colaborativos, tarefas coletivas, criatividade ou mesmo espaços de socialização e necessidades particulares, como uma ligação telefônica. É baseada nesta teoria que a empresa tem se desafiado a projetar ambientes com funcionalidade, conforto, eficiência e natureza, resultando em uma maior produtividade e qualidade de vida. “É possível, com o neuro-bio_ux, que o escritório passe a ser reconhecido pelo seu papel na saúde e bem estar dos colaboradores”, conclui.

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